Então é por isto que Chávez tanto vem a Portugal...
Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008
Sábado, 4 de Outubro de 2008
Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008
É fim-de-semana, estúpido! - 1

Domingo, a partir das 19h45, um dos senhores aqui presentes vai ficar mal disposto. Só espero que não seja eu.
Etiquetas:
da bola
Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008
A Dieta Rochemback*
Eu vivo num estado permanente de terror de qualquer jogo em que o Benfica participe, sobretudo se puder ganhar. Deve ter havido três jogos ao todo em que me convenci que a equipa estava a jogar melhor que o adversário (um dia digo quais foram). De resto, não há nenhum jogo em que aceite que estamos a dar baile.
Sérgio Gouveia
Não há nada que Paulo Bento não faça para que esta gente pareça toda mais feliz do que é na realidade. Se eu fosse treinar-me amanhã a Alvalade, não tenho dúvidas de que a primeira coisa que o homem faria seria dar-me um frasco de maionese e um blogue.
Rogério Casanova
o objectivo do Sporting (cujos melhores jogadores já pensam no dia em que participarão numa vitória das suas futuras equipas sobre o Sporting, como foi o caso do Carlos Martins aqui há dias, que vi jeitos de o rapaz me contrair uma rotura total do ligamento cruzado anterior da felicidade tal a exuberância dos festejos), segundo o jornal Record, é, e passo a citar, "chegar à 3.ª ronda com 3 pontos". Tendo em conta o volume histórico futebolístico do adversário, vamos ver se não sucumbimos a tanta ambição.
Maradona
Sonho com o dia em que poderei levar este blogue comigo para a casa de banho, em vez do jornal A Bola.
Eu
*tal é a qualidade do blogue (e o tamanho do rapaz em dieta) que leva link a dobrar na lista do lado
Sérgio Gouveia
Não há nada que Paulo Bento não faça para que esta gente pareça toda mais feliz do que é na realidade. Se eu fosse treinar-me amanhã a Alvalade, não tenho dúvidas de que a primeira coisa que o homem faria seria dar-me um frasco de maionese e um blogue.
Rogério Casanova
o objectivo do Sporting (cujos melhores jogadores já pensam no dia em que participarão numa vitória das suas futuras equipas sobre o Sporting, como foi o caso do Carlos Martins aqui há dias, que vi jeitos de o rapaz me contrair uma rotura total do ligamento cruzado anterior da felicidade tal a exuberância dos festejos), segundo o jornal Record, é, e passo a citar, "chegar à 3.ª ronda com 3 pontos". Tendo em conta o volume histórico futebolístico do adversário, vamos ver se não sucumbimos a tanta ambição.
Maradona
Sonho com o dia em que poderei levar este blogue comigo para a casa de banho, em vez do jornal A Bola.
Eu
*tal é a qualidade do blogue (e o tamanho do rapaz em dieta) que leva link a dobrar na lista do lado
Etiquetas:
da bola,
dos blogues
A nova Quetzal

Realizou-se ontem, num restaurante lisboeta, a apresentação da renascida Quetzal, editora do grupo Bertrand/ Círculo de Leitores, agora liderada por Francisco José Viegas e Luís Afonseca. As novidades são mais que muitas. Para além de uma imagem renovada da RPVP Designers, que conjuga simplicidade com pontaria na escolha dos diversos elementos, o primeiro livro apresentado, uma reedição d' A Crónica dos Bons Malandros, de Mário Zambujal, é acompanhada por ilustrações de João Fazenda, na capa e no interior do livro.
A lista de autores para esta nova vida da Quetzal inclui José Luís Peixoto, Vasco Graça Moura, Pedro Paixão, Manuel Jorge Marmelo, Marcello Mathias, Rogério Casanova, Paulo José Miranda, Julio Cortázar, Bruce Chatwin, Irvine Welsh, Pedrag Matvejevitch, Filipe Nunes Vicente e Álvaro Uribe, entre vários outros nomes. Grande destaque também para a publicação da Obra Completa de Vergílio Ferreira, que sairá também com a marca Quetzal.
Uma última nota. A ideia desta apresentação foi proporcionar, em primeira mão, aos livreiros, o conhecimento dos projecto e da imagem desta editora. Para isso, mobilizou a sua equipa comercial, tendo ainda marcado presença no jantar vários nomes grandes do grupo, como o administrador Miguel Martí e o editor da Pergaminho Mário Moura. Nem todos os livreiros responderam positivamente ao convite. Alguns o terão feito, não aparecendo. As mensagens de alguns dos actores do mercado denunciam um desinteresse pela novidade, pela troca de impressões, pelo reconhecimento dos seus pares. Pensarão, eventualmente, que o que importa, em tempos de crise, é zelar pela sua casinha, ou estarão convencidos de que a conversa sobre livros se faz em números, não em jantares. É de respeitar, a opção de cada um. Mas não será certamente assim que vamos encontrar vigor e vontade suficientes para dar a volta ao texto. Sim, texto. Letras, palavras e frases. As coisas de que são feitos os livros.
A lista de autores para esta nova vida da Quetzal inclui José Luís Peixoto, Vasco Graça Moura, Pedro Paixão, Manuel Jorge Marmelo, Marcello Mathias, Rogério Casanova, Paulo José Miranda, Julio Cortázar, Bruce Chatwin, Irvine Welsh, Pedrag Matvejevitch, Filipe Nunes Vicente e Álvaro Uribe, entre vários outros nomes. Grande destaque também para a publicação da Obra Completa de Vergílio Ferreira, que sairá também com a marca Quetzal.
Uma última nota. A ideia desta apresentação foi proporcionar, em primeira mão, aos livreiros, o conhecimento dos projecto e da imagem desta editora. Para isso, mobilizou a sua equipa comercial, tendo ainda marcado presença no jantar vários nomes grandes do grupo, como o administrador Miguel Martí e o editor da Pergaminho Mário Moura. Nem todos os livreiros responderam positivamente ao convite. Alguns o terão feito, não aparecendo. As mensagens de alguns dos actores do mercado denunciam um desinteresse pela novidade, pela troca de impressões, pelo reconhecimento dos seus pares. Pensarão, eventualmente, que o que importa, em tempos de crise, é zelar pela sua casinha, ou estarão convencidos de que a conversa sobre livros se faz em números, não em jantares. É de respeitar, a opção de cada um. Mas não será certamente assim que vamos encontrar vigor e vontade suficientes para dar a volta ao texto. Sim, texto. Letras, palavras e frases. As coisas de que são feitos os livros.
Etiquetas:
dos livros
Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008
Última Hora no Cacém
O livro de Francês do 9º ano, Mission Spéciale, da Texto Editores, foi hoje disponibilizado no auto-serviço do Grupo Leya, no Cacém. No entanto, esse livro está já a ser recolhido pelos serviços da Editora, visto que, em lugar do Manual do Aluno foi impresso e estava a ser vendido, erradamente, o Manual do Professor.
Etiquetas:
d(esta triste) gente,
dos livros
o fim de uma era - III
A Fnac anunciou hoje que deixará de praticar os 10% de desconto no produto livro para todos os seus clientes, reservando essa oferta para os utentes do seu cartão-cliente. No entanto, em dez anos de trabalho no mercado português, a Fnac sempre fez as suas negociações com fornecedores (editoras e distribuidoras) a partir do pressuposto que praticava esses 10% para todo o universo dos seus clientes. O dia de hoje devia, assim, marcar uma indignação geral dos fornecedores da Fnac, visto que aquilo que está contratualizado partiu de um pressuposto que já não se coloca.
Não é a primeira vez que alerto para o facto da Fnac ter um discurso comercial diferente, consoante fala para clientes e para fornecedores. Essa diferenciação passou a estar visível, ao longo dos últimos 18 meses, nos produtos disponibilizados em loja - para quem tem a noção dos livros que vão saíndo todos os meses, cruzando isso com uma ideia de cânone básico que uma livraria deve ter, visitar hoje a secção de Literatura da Fnac Colombo, por exemplo, é como visitar a galeria dos horrores.
Não deixarei de ser cliente da Fnac - é a única loja que disponibiliza uma variedade aceitável de cd's musicais, dvd's e livros estrangeiros -, nunca tive nem vou ter agora o cartão de cliente (porque, basicamente, não tenho cartão de cliente de loja nenhuma, onde sou cliente habitual conhecem-me pelo nome, não precisam de cartões), e fico feliz com a ideia de que não vou ter que ouvir "consigo esse livro mais barato na Fnac" porque simplesmente, Fnac e Livrododia terão condições iguais para os seus clientes. Já quanto aos fornecedores... lá chegaremos, lá chegaremos.
Não é a primeira vez que alerto para o facto da Fnac ter um discurso comercial diferente, consoante fala para clientes e para fornecedores. Essa diferenciação passou a estar visível, ao longo dos últimos 18 meses, nos produtos disponibilizados em loja - para quem tem a noção dos livros que vão saíndo todos os meses, cruzando isso com uma ideia de cânone básico que uma livraria deve ter, visitar hoje a secção de Literatura da Fnac Colombo, por exemplo, é como visitar a galeria dos horrores.
Não deixarei de ser cliente da Fnac - é a única loja que disponibiliza uma variedade aceitável de cd's musicais, dvd's e livros estrangeiros -, nunca tive nem vou ter agora o cartão de cliente (porque, basicamente, não tenho cartão de cliente de loja nenhuma, onde sou cliente habitual conhecem-me pelo nome, não precisam de cartões), e fico feliz com a ideia de que não vou ter que ouvir "consigo esse livro mais barato na Fnac" porque simplesmente, Fnac e Livrododia terão condições iguais para os seus clientes. Já quanto aos fornecedores... lá chegaremos, lá chegaremos.
Etiquetas:
da livraria
o fim de uma era - II
se não se possuir um cartão FNAC, qual o motivo para continuar a ir lá comprar livros?
Leia o editorial de Paulo Ferreira, no blogtailors
Leia o editorial de Paulo Ferreira, no blogtailors
Etiquetas:
dos livros
A verdade da mentira
Hoje ainda são muitos os alunos que vão para a escola e não levam todos os manuais escolares. Há milhares de estudantes com falta de livros, calculam os livreiros. Os pais pedem compreensão às escolas.Os livros da ASA, Gailivro, Nova Gaia e Texto Editora continuam em falta. Há uma semana, numa carta enviada aos livreiros, o grupo Leya, a que as quatro editoras pertencem, reconhecia que um quarto dos manuais ainda não tinha chegado ao grande público e prometia repor a normalidade até ao final do mês. O assessor de comunicação da Leya, José Menezes, explicava ontem ser impossível confirmar se a promessa foi cumprida: "É preciso contactar vários serviços e não tenho uma resposta para hoje [ontem]", disse ao PÚBLICO. Setembro terminou ontem, mas o desespero dos alunos, pais e livreiros continua.
Leia o artigo completo, assinado por Bárbara Wong, na edição impressa de hoje do Jornal Público.
Leia o artigo completo, assinado por Bárbara Wong, na edição impressa de hoje do Jornal Público.
Etiquetas:
d(esta triste) gente,
dos livros
Terça-feira, 30 de Setembro de 2008
Foi em Beja
Entre Quinta-feira e Domingo estive por terras alentejanas a marcar presença nas Palavras Andarilhas. Estando presenta na qualidade de livreiro, com stand montado no exterior da Biblioteca de Beja, não pude acompanhar convenientemente o programa das festas que iam decorrendo no interior da Biblioteca. Mas, cá fora, a oportunidade para passar o tempo com pessoas tão especiais como o Joaquim, da A das Artes, e o Paulo e a Filipa, do Espaço Vemos Ouvimos e Lemos, mais do que justificou a viagem. Com eles tive oportunidade de falar de livrarias, da vida, dos livros, dos projectos, dos sonhos, das ansiedades. Com o Joaquim, que é daqui perto de Torres Vedras, tive ainda o prazer de lhe descobrir um pouco a história de uma vida e de uma pessoa com quem dá vontade de ficar a conversar durante almoços e jantares em vários dias.
Beja é uma cidade bem calma, onde o calor e a chuva foram aparecendo em sucessão um ao outro. A rua onde estavamos instalados tem uma série de vivendas do final dos anos sessenta e, até à biblioteca, ainda passavamos pelo Liceu da cidade, de arquitectura estado novo. Uma pequena viagem no tempo, não fossem os e as adolescentes tipo morangos com açucar que agora estão no país todo.
No sábado, à hora de almoço, visita relâmpago a Serpa. Aí sim, grande viagem no tempo, como que indo até há uns séculos atrás. Ainda por cima a tarde estava quente e as ruas desertas. Foi como entrar num filme.
Fiquei com saudades do Alentejo. Foi em Beja, por estes dias.
Beja é uma cidade bem calma, onde o calor e a chuva foram aparecendo em sucessão um ao outro. A rua onde estavamos instalados tem uma série de vivendas do final dos anos sessenta e, até à biblioteca, ainda passavamos pelo Liceu da cidade, de arquitectura estado novo. Uma pequena viagem no tempo, não fossem os e as adolescentes tipo morangos com açucar que agora estão no país todo.
No sábado, à hora de almoço, visita relâmpago a Serpa. Aí sim, grande viagem no tempo, como que indo até há uns séculos atrás. Ainda por cima a tarde estava quente e as ruas desertas. Foi como entrar num filme.
Fiquei com saudades do Alentejo. Foi em Beja, por estes dias.
Etiquetas:
do espelho
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
Palavras Andarilhas
Site Oficial
Blogue do Encontro
Etiquetas:
da editora,
da livraria,
dos livros
Portugués, Guapo y Matador*
Certas notícias precisam de uma certa digestão. Nas páginas centrais do Diário de Notícias de ontem, dá-se destaque à promoção que António Lobo Antunes faz dos seus livros nos Estados Unidos da América. Há uma série de passagens que me fazem duvidar se estamos a falar, ou não, do mesmo Lobo Antunes que, em Portugal, se esconde das atenções mediáticas não escolhidas por ele. Para começar apresenta-se o livro Que farei quanto tudo arde? convertido ao "american gay of life" (seja lá o que isso possa ser...). O obejctivo do seu editor é, segundo as palavras de João Céu e Silva, "penetrar no mercado sexualmente convertido aos prazeres fora da normalidade heterossexual" (mais um eufemismo duvidoso). Para além destes curiosos pontos, há também o facto da tournée por terras da América tenha começado com um serão à la Woody Allen na casa do editor, onde se assistiu a uma sucessão de "discursos, elogios, cumprimentos e cenas de admiradores durante mais de duas horas". Para marcar posição, o autor mostrou-se "visivelmente pouco agradado com o beija-mão". Toda a peça pode ser lida através deste link.* Portugués, Guapo y Matador é o título de um dos livros de Manuel Jorge Marmelo.
Etiquetas:
dos livros
Subscrever:
Mensagens (Atom)

